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quinta-feira, 3 de março de 2011

Zona Punk elogia humor e criatividade do Milhouse

Sim! Com muito orgulho tivemos a primeira resenha do nosso single publicada no site Zona Punk! O texto elogioso pode ser lido aqui.

Mas se você é ansioso pode ler tudo abaixo :-P

Milhouse - S/t (2010) - Independente
por: Aline Durigan

Quem olha para a foto da banda no Myspace nem precisa da descrição do gênero tocado que vem bem do lado: Comédia/Punk/Rock. É isso que a Milhouse faz: comédia, e de um jeito muito criativo. Este primeiro EP, sem título e com apenas três músicas, vem acompanhado de um encarte com as letras super bem-humoradas do grupo, além de desenhos que têm tudo a ver com elas, como dados de RPG, tênis All Star, mouse, óculos e um chapéu. As faixas têm uma sonoridade muito agradável, eletrizante, com grande influência nerd, um rock alternativo, bem banda universitária mesmo, e com o vocal “chorado” nas duas primeiras músicas, tudo combinando com o que a banda se propõe. A melhor é, com certeza, a primeira faixa, “Funk do Nerd”; com arranjo e letra cheios de personalidade, tem tudo pra “colar”.
No meio de tantas coisas iguais que são lançadas por aí, vale a pena ouvir o diferencial da Milhouse.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Resenha do show de lançamento da coletânea (Z)Panorama 2011

por Jéssica Aguilera. Fotos: Raphael Bianco


"Os veteranos engraçadinhos do Milhouse e Sexy Pato também tocaram no caloroso “palco alternativo”. As duas bandas nunca decepcionam em questão de desempenho e repertório, além de conseguir tirar algumas gargalhadas de quem está assistindo o show. Milhouse além de seu punk rock brega, mandou “Funk do Nerd” e aquela boa versão de “All You Need Is Love” dos Beatles e o Sexy Pato fez aquela “micareta roqueira” com “Micareta Baby”, com direito á mistureba e dancinhas eróticas do Dunga, o vocalista, tocaram até uma versão de “Eva” do Rádio Taxi."

- Leia o texto na íntegra aqui 
-Baixe aqui a coletânea!

sábado, 16 de outubro de 2010

Milhouse no Hangar - sangue, suor e lágrimas (ou não)

Esse é o motivo pelo qual só temos fotos de antes (não, a culpa não é do Titi)

Como quando a gente ganhar o Grammy o tempo para discurso não será suficiente pra explicar tudo isso, decidi destrinchar aqui as famosas frases “só chegamos aqui com muita garra”, “fazemos isso por amor à música” e, principalmente, “gostaria de agradecer a todos os que apoiaram a banda”. Pegue seu lencinho e o CD do Kenny G.
“Só chegamos aqui com muita garra”
Literalmente. Você tem idéia do que é pegar o trânsito das 6 da tarde em São Paulo numa sexta-feira e chegar próximo à avenida Tiradentes, uma das mais movimentadas? E, no entanto, esperar ansiosamente pelo momento desse congestionamento?
Pra estar no Hangar 110 na última sexta, a Milhouse passou por uma seletiva do Festival Zona Punk Teenage Riot. Tivemos que investir pesado em divulga, arrastar todos os nossos amigos pra lá e conquistar o posto de banda mais votada da noite. Depois disso, enfrentamos um baque: na data acertada pra tocar no Hangar, nosso guitarrista capixaba Gabriel não conseguiria estar em São Paulo. Muitas tentativas de trocas de passagem e negociações à parte, decidimos tocar mesmo assim como um trio.
Fomos sorteados como a segunda banda. Eu cheguei de táxi com todas as ferragens de bateria. O Titi foi de metrô e o Fred, de busão. O problema é que, quando a Cine Flórida - a primeira banda a tocar (muito boa por sinal!) - terminou, o Fred ainda estava saindo do Terminal Princesa Isabel, preso no bumba. Começamos a montar as coisas no palco até o momento em que o rapá irrompeu correndo pelo backstage do Hangar, esbaforido, e só teve o tempo de plugar o baixo. E aí fui acertar os tambores e minha amada caixinha decidiu dar pau exatamente nessa hora. A esteira travou e não havia Cristo que a fizesse funcionar.
“O amor à música e toda essa churumela”
Um mês antes eu havia ajeitado tudo, trocado pele, parafusado, enroscado, arrumado a bagaça toda. E aí, quando as cortinas vermelhas se abriram, eu estava com uma caixa com barulho de bateria de criança. O Titi começou a pular freneticamente, caiu no chão e deu o tom do show. Nunca pulamos tanto, batemos tanto em nossos instrumentos. Foi só suor. E sangue: meu dedo arrebentou em alguma parte desse trajeto.
O som do lugar é, de longe, um dos mais legais que tivemos. Eu ouvia os meninos e, pra quem já esteve atrás de um kit de batera em algum buraco da vida, sabe que isso é uma dádiva. Ouvia erros, acertos, exaltações. A estrutura da batera também foi bem legal e, se não fosse pela minha maldita esteira travada, teria sido de longe um dos sons mais legais que já tirei.
“E todos que apoiaram a banda”
Alguns amigos conseguiram chegar a tempo. Ouvia gritos de apoio e palmas naquele espaço no qual eu já tinha visto tanta gente bacana tocar (os Titãs, inclusive). Meu querido namo tentou gravar Funk do Nerd com o celular, e aos poucos as caras amigas foram aparecendo, uma a uma. Alguns só conseguiram chegar na última música, e valeu pela breja que a gente tomou junto depois, quando a adrenalina de toda a confa começou a baixar e, aos poucos, minha pressão e o coração voltaram ao normal. Todo mundo acabou a noite rindo, bebendo e rodeado de gente mais que especial.
Aproveito também pra agradecer ao pessoal da Zona Punk, ao Alemão do Hangar e à neguinha, a gatinha preta da qual eu ganhei um chamego gigante já na entrada. E com esse momento miguxo, deixo vocês com nosso set list:
Cara Cool
Funk do Nerd
All You Nedd is Love
Não Nasci pra Essa Cidade
No Meu Quarto
DEM Roubou meu Neném
Tu, Amigo
Dormi na Praça
Balada do Corno

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Resenha do Zona Punk pro show no festival Teenage Riot

Saiu no Zona Punk segunda-feira uma resenha da edição do "Zona Punk Teenage Riot" do dia 25/08. Abaixo o trecho que fala do Milhouse. Ficamos muito felizes com a ótima recepção!

As fotos são da Maripê e o texto da Jessica Aguilera

O Milhouse foi a próxima banda do dia e de cara chamou atenção pela originalidade e forte identidade da banda. Nada de copiar tendências atuais, o Milhouse aposta em um som autoral, que tem a cara da banda. Algo próximo á cena oitentista de rock nacional, com refrões que grudam na cabeça, mas que passam bem longe de ser clichê, “Funk do Nerd” é um bom exemplo disso.

“A gente é tiozão, mas a gente é legal” se definiram. Uma versão de "All You Need is Love" do Beatles foi a canção escolhida para enfatizar essa “tiozisse”. Uma particularidade: Milhouse conta com uma baterista em sua formação. Ana Alice é estilosa e cheia de pegada, cantou junto quase todas as músicas, no mínimo empolgante. Entre sons oferecidos para galera de Penapolis, tocaram “Não nasci pra essa cidade”, compostas pelos mesmos quando ainda passeavam pelos seus dezesseis anos.

Alí eu vi um show espontâneo. Não existia muita técnica ou virtuosismo, mas alí tinha uma parada que falta pra muitas bandas hoje: feeling. Antes de nos darem tchau, fomos surpreendidos novamente por uma paródia de “KKK Took My Baby Away” do Ramones, na versão deles, “DEM levou o meu neném”.

-Leia o texto completo

=>Ouça o Myspace do Milhouse!

domingo, 24 de agosto de 2008

Audiogalxy, Bauru - 23/08

Pagando de Ramones brega


Quem teve coragem de encarar o vento frio da noite do último sábado(23/08) em Bauru, pode conferir a performance do Milhouse + os amigos da Punky Brewsters. A noite no Audiogalaxy começou com rockzinho indie tocado pelo dj, que por volta da 0:30 deu lugar aos rocks crássicos dispardos pela banda bauruense Punk Brewsters. Já eram quase duas da manhã quando o Milhouse subiu ao palco. A visita a cidade sanduíche já tinha rendido matéria no jornal locar, Bom Dia, e entrevista para o programa "Revista de Sábado" da afiliada da Globo, Tv Tem.
Tudo que a gente precisa é de amor
Numa noite com TiTI inspirado em sua bela camisa vermelha e Ana vestindo um belo chapéu de zebrinha roxa, o Milhouse destilou mais de uma hora de seu "punk brega nerd samba progressivo". Entre as novidades tocaram pela primeira vez "Samba do Mercado" de Rodrigo "Axl Magal" e Danilo Lagoeiro. A galera que era fã do "Cuecas Rosas" de Axl, segurou para lagriminha não escorrer. Ainda rolou "corrente de paz e amor" em "All You Need is Love" dos Beatles e 3 bis(que incluíram além de "Samba do Mercado", "Canção do Orkut" e "Melô do Hipocondríaco").

Quem ainda não chamou o Milhouse para animar sua festa, está perdendo o "creme de la creme" da diversão. ÇuÇeÇo!